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A transformação das marcas durante a pandemia


07-07-2020


A transformação das marcas durante a pandemia

O ano de 2020 vai ficar marcado na história, não somente pela crise e impactos causados pela pandemia do novo coronavírus, mas também pela transformação das marcas com um papel cada vez mais responsivo na vida de seus consumidores.

Desde o começo, foi preciso criar planejamentos, ações e estratégias para se adaptar à situação atual, compreendendo as novas necessidades dos consumidores, cada vez mais exigentes.

Uma das necessidades atuais por parte dos clientes, é saber e entender o que as empresas vêm fazendo para transformar o mundo em que vivemos, de forma interna e externa.


A transformação das marcas na percepção dos consumidores


A HSR Specialist Researchers, grande empresa independente de pesquisas no mercado brasileiro, desde o dia 24 de março, realizou um estudo de modo a criar um ranking com a transformação das marcas em meio a pandemia.

O Estudo “Marcas Transformadoras” teve como objetivo identificar as empresas que em meio a incertezas e dúvidas, têm sido capazes de construir relevância para os consumidores.

Ouvindo mais de 18 mil pessoas, de classes sociais distintas (A, B e C), em todas as regiões do país, foi possível criar uma lista com as 20 marcas mais transformadoras.

A HSR desenvolveu um indicador sobre o comportamento do mercado no período, segundo a percepção dos consumidores. 

Ficou claro que esses prestam muito mais atenção em atitudes das empresas durante a pandemia, que não só preservam seu negócio, mas também a saúde de funcionários, população e a mobilização para combater a Covid-19.

Durante dois meses e meio de medições, as 10 marcas que se mantiveram consistentemente no topo do ranking foram, nessa ordem:

  • Magazine Luiza (241 pontos);

  • Netflix (233 pontos);

  • iFood (171 pontos);

  • Natura (163 pontos);

  • Ambev (151 pontos);

  • O Boticário (147 pontos);

  • Nestlé (144 pontos);

  • Lojas Americanas (134 pontos);

  • Mercado Livre (126 pontos);

  • Samsung (124 pontos).

Veja a seguir o ranking completo do estudo:


Entenda o cálculo

O indicador para a pontuação foi calculado com base em 3 informações

  1.  Lembrança espontânea da marca em ações voltadas para a crise do novo coronavírus;

  2.  Associação da marca aos seis atributos essenciais para construção de uma marca transformadora;

  3.  Power of voice (potencial de comunicação considerando o número de seguidores em redes sociais).

A combinação dessas informações gerou uma pontuação que variava de 0 a 300, assim quanto maior a pontuação de uma empresa, maior era a associação dessa marca a uma postura transformadora.


Os 6 atributos considerados para o estudo da HSR como essenciais para a relevância de uma marca são:

  • Oferecer ações voltadas à sociedade;

  • Investir na segurança de seus consumidores;

  • Investir na segurança de seus funcionários;

  • Oferecer soluções aos seus consumidores em momentos de crise;

  •  Inovar em momentos de crise;

  • Ser ética e justa.

Os cinco primeiros atributos estão diretamente relacionados com o momento de mudanças e esse novo olhar das empresas para os indivíduos e sociedade.

Já o sexto é considerado imprescindível e básico para os consumidores, e sem ele não há como ter os anteriores.


Soluções e inovação aos consumidores


As 3 marcas mais bem pontuadas conquistaram índices bastante altos pensando em soluções e inovação aos consumidores durante a crise.

Demonstrando assim, os legados que a gestão terá adiante, mostrando caminhos para lidar com esse novo perfil de consumidores após a pandemia.

Valéria Rodrigues, sócia-diretora da HSR Specialist Researchers, afirma que:

“Nesse sentido, as marcas precisam fazer uma leitura minuciosa do cenário para ir ao encontro das necessidades emergentes. A valorização do indivíduo, foco atual das empresas, não será suficiente para as marcas se manterem relevantes e admiradas. Essa equação passa a ter outras demandas, como postura voltada à sociedade, sustentabilidade econômica e visão de longo prazo, entre outros aspectos.”


Mas nem tudo são flores

É claro que muitas empresas estão sendo bem avaliadas pelo mercado, porém outras perderam a oportunidade de comunicar de maneira correta.

Diversas marcas foram lembradas de forma negativa, na contramão do estudo, divulgando um posicionamento muitas vezes impulsivo e sem valor algum para os clientes.

Nesse momento os consumidores perceberam que não vale apenas falar da boca para fora, e entenderam que existem nuances entre dialogar apenas para autopromoção, e realmente fazer a diferença e traçar um plano de contingência que contribua para o todo.

Agora o público espera, e vai cobrar, que as empresas sejam de fato úteis durante a pandemia.

São muitas as mudanças que estão acontecendo nesse momento, que irão permanecer como novos hábitos para esses consumidores mais exigentes.

Cada vez mais os olhares voltados para as marcas serão de questionamento em seus papéis transformadores na sociedade!


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