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Confira os principais impactos da LGPD na publicidade


22-09-2020


Confira os principais impactos da LGPD na publicidade

A LGPD representa um importante avanço para o Brasil, impulsionando impactos evolutivos na publicidade.


A LGPD surgiu dentro de um contexto de transformação digital e intensa conectividade, e se faz extremamente necessária para a proteção de dados de usuários dentro dos avanços tecnológicos. 

Ela surgiu para regulamentar o uso de dados pessoais coletados na internet, dentro de um contexto de mudanças intensas entre a interação do usuário com as empresas.

Mas como será que ela impacta a publicidade, e o que podemos esperar com as transformações? Continue lendo para descobrir!


O que é a LGPD?


A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais foi sancionada no Brasil para regular o tratamento de dados pessoais. Prevista para entrar em vigor em agosto de 2020 teve um pequeno atraso por conta da pandemia da Covid-19 e começou valer em 18 de setembro de 2020.

Esta lei dispõe do tratamento de dados pessoais, inclusive dentro dos meios digitais, por pessoas físicas ou jurídicas de direito privado, ou público. 

Seu objetivo é proteger os direitos fundamentais de privacidade e liberdade, além do livre desenvolvimento de personalidade dos indivíduos.


Amplamente inspirada nos princípios do GDPR (General Data Protection Regulation) - regulamento europeu que trata do assunto - tem como objetivo principal a regulação do tratamento de dados e proteção dos usuários, garantindo alguns direitos fundamentais, como:

  • Liberdade de expressão, informação, comunicação e opinião;

  • Privacidade;

  • Livre desenvolvimento da personalidade;

  • Inviolabilidade da intimidade, imagem e honra;

  • Desenvolvimento tecnológico e econômico da inovação;

  • Livre iniciativa, livre concorrência e defesa do consumidor;

  • Direitos humanos;

  • Dignidade e exercício da cidadania pelas pessoas.


E a publicidade nisso tudo?

Além de mudanças na dinâmica das comunicações pessoais com a internet, a LGPD surge em um momento em que os grandes países estão se organizando para regulamentar a proteção dos dados trocados online.

Dessa forma, as agências precisam revisar seus processos de coleta e uso de dados para os clientes digitais!

Como um dos principais pontos da lei é sobre a concessão e uso de dados no ambiente virtual, deve ficar claro ao usuário a finalidade do uso de dados solicitados pela empresa.

Em uma landing page, por exemplo, é uma boa prática sinalizar no formulário o tipo de relacionamento que o futuro lead autoriza para as informações fornecidas.


Para a publicidade o foco deve ser responsabilidade na coleta e uso de todos os dados

Dentro da LGPD existe a responsabilização pela coleta e uso de informações na internet incluindo, agências de publicidade e analistas de marketing como corresponsáveis pelas ações feitas futuramente.


Existem algumas figuras principais as quais a lei se refere:

Titulares - Pessoas a quem se referem os dados pessoais, podendo ser o usuário, o visitante ou o lead;

Agentes de tratamento - Controladores (pessoa jurídica ou natural, a quem compete as decisões referentes ao tratamento de dados) e Operador (quem realiza o tratamento de dados pessoas em nome do controlador);

Encarregado - Pessoa física, indicada pelo controlador, que atua como canal de comunicação entre as partes.

Fica claro que a lei se preocupa em dar responsabilidades entre todas as figuras que cuidam da coleta e tratamento de dados dos clientes na internet, desde o analista, até a agência e a empresa que é atendida.


Lei para agências de comunicação

A Lei Geral de Proteção de Dados responsabiliza todos os envolvidos nos processos de coleta e uso das informações disponibilizadas na internet.

Desta forma, é possível garantir uma experiência satisfatória dos usuários e dar maior credibilidade para que o lead se sinta mais à vontade para interagir no meio digital.

Para o mercado da publicidade é preciso revisar os processos, garantindo segurança na tratativa dos dados fornecidos por clientes e colaboradores.

É preciso apostar em um planejamento que priorize os seguintes tópicos:

  • Educação de mercado;

  • Revisão de contratos;

  • Capacitação da equipe;

  • Permissão de acessos;

  • Transparência no uso.

Agora, com a LGPD, as agências também se tornaram fontes de consultoria junto às marcas, realizando a organização direta de dados e propondo um direcionamento na implementação dos processos!


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